É bom…

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… e já sobra pouco.

Depois do primeiro assalto, ficou assim.
As fatias foram cortadas fininhas, porque os mais esquisitos achavam que não iam gostar… ou porque tem nozes, ou porque tem molho…

Mas hoje, já só há este pedacinho e acho que não vai passar desta noite!

Estes seixos foram apanhados numa praia em Darque, perto de Viana de Castelo, num passeio em auto-caravana que fizemos todos, este ano pelo Carnaval.

As bonecas foram pintadas pelas meninas cá da casa e acho que se pudessem comeriam este pedacinho de bolo!

🙂

Canela, erva doce, mel e nozes…

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… tudo coisas boas!
É o que vos digo!!!

No forno da nossa cozinha está a crescer um bolo de noz delicioso!!!

A receita vem daqui e já a tínhamos experimentado na última semana. Levámos-lo para um Magusto em casa de amigos, no sábado passado.
E foi o pior que fizemos… porque como eramos muitos, só tivemos direito a provar…

Mas desta vez, quando estiver pronto fica só entre nós… os 6!
Com sorte, talvez ainda se consiga tirar uma foto dele depois de pronto.

Desta vez a ajudante foi a Rita, é a mais nova cá da casa, tem 7 anos, é muito divertida, marota e gulosa também…

Mãos à obra

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Um Domingo com tanta chuva e vento como foi o de ontem, seria razão suficiente para me enfiar no sofá a ver televisão, com uma chávena de chá à frente.
Mas isso era dantes…, há algum tempo atrás quando achava que não tinha tempo para nada, principalmente para as coisas que gostava de fazer, os ditos hobbies, que no meu caso já faziam parte de um passado, julgava eu já esquecido.
Mas fazendo jus ao ditado Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades, agora o mau tempo foi o mote para pôr a mão na massa, neste caso nas agulhas, linhas e lãs.
E tenho vários trabalhos na forja: um cachecol em crochet, uma carteira (feita com as técnicas ensinadas pela Dina), e outros que ainda não posso revelar… digo apenas que já tenho mais lãs no saco.

Fotos?! Ainda não há…
Deixo aqui umas tiradas no Algarve, na passada semana.


Este cachecol foi feito numa hora, é muito simples e é todo feito com nós. Não é preciso saber tricotar, nem necessita de agulhas, basta escolher uma lã bonita e grossa. A ideia veio daqui. Ainda hei-de experimentar com uma lã matizada. Depois mostro!

S.Martinho

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No S.Martinho cumpre-se o ritual, juntamo-nos em casa de familiares ou amigos e… claro está comem-se as castanhas e bebe-se jeropiga!
E foi o que fizemos ontem…
Primeiro assam-se ou cozem-se as castanhas, depois são abafadas com um pano para suarem um pouco, tornando-se assim mais fácil de soltar a pele.
Depois, todos sem excepção (embora este ano tenha havido quem tivesse chegado atrasado…) vamos descascando uma a uma, ao som de alguns suspiros de aflição das crianças, sempre que pegam numa mais quente.

E por fim… é uma corrida, desaparecem num instante, só ficaram estas para a fotografia!

Viva o S.Martinho que por ter dividido a sua capa com um mendigo, alegrou a Deus, fez aparecer o Sol e ainda nos arranjou um pretexto para comer castanhas e beber vinho doce!

Viva!

Fim de semana na terra…

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Quando era miúda, ainda havia em Portimão um meio de transporte característico do Algarve – a carrinha.
Era basicamente uma caixa, com cortinas floridas, assente numa plataforma puxada por um cavalo. Foi durante muitos anos, o meio mais utilizado em terras algarvias. No Verão, as famílias ricas que passavam as suas férias na Praia da Rocha e em Alvor, alugavam-nas à temporada, para se deslocarem entre a cidade e a praia.
A minha Avó Rosa tinha um tio que conduzia uma destas carrinhas, que aliás acabou por ser o último a manter esta tradição. Para nós, ele era o Tio João da Carrinha, e ainda chegámos a fazer pequenos passeios armados em turistas!

Hoje já não existem, com grande pena de muitos, mas ainda podemos conhecer um pouco da sua história numa exposição temporária no Museu de Portimão.

Foi lá que estivemos este fim de semana e ainda fomos passar a tarde de Domingo à Feira de S.Martinho, que já conta com 347 anos de existência.
Está diferente da Feira onde passei muitas tardes na minha juventude, o local nem sequer é o mesmo, mas continua a encantar crianças. Só por isso valeu a viagem!

Projectos

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Já tinha dito que gosto de actividades manuais?
Coisas de avózinhas, dizem algumas das minhas amigas, mas o que é que hei-de fazer, eu Gosto! E se cada um fizer o que mais gosta, sem implicar com os outros, melhor, não é?
Por isso, eu sempre que posso, sempre que me é possível faço o que gosto!!!

Há 15 dias fiz um workshop de costura criativa, aqui, com uma formadora muito simpática e encorajadora. Fui com a minha amiga Patrícia e o resultado foi este.

É engraçada não é, esta moça? Resolvi chamar-lhe Eva, por ser a primeira. A primeira de muitas mais que irei fazer, talvez até mesmo a tempo de as oferecer no Natal! Vamos ver se consigo, se o trabalho não me engole, se não me bloqueia a imaginação…

Estou muito orgulhosa desta minha obra, feita apenas numa tarde e tudo costurado à mão.

(Imagem da autoria da Dina Ladina)

E vocês o que acham?

Ganhei o dia

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Há dias assim…
Queremos chegar a casa, mas as horas arrastam-se, o trabalho germina na secretária (desconfio até que alguém o aduba durante a noite), os olhos piscam de cansaço, e… ainda há aquela tarefa que tem mesmo que ser feita hoje, não posso ir para casa enquanto não a terminar, enquanto ela me ferve nas mãos, enquanto não a “despachar”, enquanto me incomodar…
E quando se chega a casa, ao abrir a caixa do correio, e se encontra esta surpresa da Carolina?!

Frente

e verso

A Carol tem 8 anos e gosta muito de fazer desenhos, especialmente se forem surpresas!


Nem liguei aos erros…
Ganhei o dia!

Mãos de cá

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Cá em casa há uma dúzia de mãos… na maior parte dos dias! Porque há dias em que se contam apenas 8 mãos e noutros ainda, em que só encontramos 4.
Porque talvez não saibam, mas somos, como diz uma amiga minha, uma patchwork family: uma família de retalhos… mas gira, muito gira até!

Feita de retalhos muito diferentes uns dos outros: uns loiros, outros morenos, uns mais magritos, outros mais redondinhos, uns agitados e barulhentos, outros mais calmos e distraídos.

E quando estas mãos se juntam todas?!
Ninguém pára: uns atacam a loiça, outros tratam da roupa, outros das refeições e ainda há mãos para corrigir trabalhos de casa e… fazer festinhas…
muitas festinhas, dar miminhos e abraços, daqueles longos e apertados, daqueles que só uma mão não basta, é preciso trazer a outra e convidar os braços, para bem coordenados, fazerem crianças felizes!

Todos os santos ajudam

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Olá!
Começo hoje a minha aventura no mundo dos blogues. Com a curiosidade de um bébé que começa a andar, assim estou eu.
Largo a mão da Mãe… Agora a do Pai… Um passo à frente, outro ao lado… Tento… e cá estou! Afinal, todos os Santos ajudam…

O que trago aqui?!
A minha vida: gostos e preocupações, filhos, alegrias, sítios que visitei, lugares que vi, os meus hobbies e os sonhos que me trazem, enfim… as minhas experiências!
Espero que gostem e que fiquem para ver!

Ontem o destino escolhido foi o Alentejo.
Descobrimos em Arraiolos uma Mostra Gastronómica, com iguarias apetitosas e lindos tapetes! Ora espreitem – até dia 8 de Novembro.

Depois de um breve caminhada pelas ruas de Estremoz, perdemo-nos no Monte Seis Reis, numa visita acompanhada da simpática Françoise, a nossa anfitriã nesta quinta vitivinícola.

Mão no pé do copo, fizemos rodar o líquido para abrir o aroma.
Nariz enfiado no copo, hummmm….

Provámos sete!


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