feiras artesanato | craft’s fair

Tricot & Friends

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Sempre gostei de ter amigos em casa, de conversar, de trocar experiências, conviver, aprender em conjunto.

Vem de muito atrás, dos tempos em que era pequena. Ser filha de Mãe professora acho que tem muito a ver com isto, os convívios, as tertúlias, a cultura, as artes… Ser filha de Pai caçador também. Como muitos sabem, o melhor momento da caça é aquele do farnel repartido, das trocas de vivências, da partilha de anedotas e de boa disposição.

Foi esse um dos motivos que me levou a chamar algumas das amigas da Tricot das Cinco, reuni-las todas no Sábado passado, e mostrar-vos as obras lindas que elas criam nos seus ateliers. Foi um encontro que abrangeu os mais diversos temas: desde os sabonetes artesanais da ANIS, aos fios tingidos manualmente pela Dyed by Alfinete, às êcharpes, lenços e atacadores nascidos no tear da Olivarbo, passando por granolas deliciosas de frutos secos que saem do forno da doSemente, até aos sacos de tricot e de passeio com a boneca portuguesa mais zen que eu conheço, a Olívia Portuguesa.

Foi um dia em grande companhia, com muitas visitas e muitas caras novas!

Deixo-vos imagens captadas por mim e por elas, para quem não teve oportunidade de nos visitar nesse dia.

Olívia Portuguesa
Olívia Portuguesa

 

Olívia Portuguesa
Olívia Portuguesa & Dyed by Alfinete

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dyed by Alfinete
Dyed by Alfinete
Olivarbo
Olivarbo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dyed by Alfinete + Olívia Portuguesa + Olivarbo
Dyed by Alfinete + Olívia Portuguesa + Olivarbo
doSemente
doSemente
ANIS
ANIS
Tricot & Friends
Tricot & Friends
Assim foi o dia... ❤️
Assim foi o dia… ❤️

 

Muito obrigada a todos os que nos vieram visitar neste dia tão bem passado!

Bem-hajam!

 

P.S. : Estiveram cá? Partilhem a v/ experiência connosco, aqui nos comentários ou com imagens no Instagram com a hashtag #tricotandfriends

Venho da Festa…

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As festas são sempre assim: vamos muito animadas e voltamos com menos ânimo!

Para quem não teve oportunidade, não se esqueça de marcar a data para não faltar à do próximo ano: é um lugar excelente para ir com os amigos e a família!

Houve imensas actividades, as minhas crianças só foram à tarde, mas ainda conseguiram fazer teatrinhos em papel, assistir aos workshops de danças de salão, vêr oleiros e outros artesãos a trabalhar, divertirem-se a assistir às pequenas representações das personagens de época – as damas e as suas aias,

o casal do povo que veio à “c’dade” …

as fadas

– e, claro, vieram ajudar nas vendas :))

Essas, mais uma vez, não foram muitas, embora tivesse vendido pela primeira vez a alguém totalmente desconhecido para mim, o que foi entusiasmante! No geral, notou-se bem a crise que o País está a passar. As peças mais elogiadas foram as minhas almofadas em patchwork, mas como eram também as peças mais caras, ficaram “em casa” – só saíram as peças mais pequenas e mais baratas – os saquinhos de cheiros (a alfazema) e os porta-moedas.

Além disso ainda houve mais uma peripécia – os vizinhos do Solar não gostaram que os feirantes (grupo em que naquele dia me incluí) estacionassem muito perto das suas garagens e… toca de chamar a GNR e os reboques – ainda somei uma multa ao cadastro! :((

Mas, como tristezas não pagam dívidas, no dia seguinte “vinguei-me” e numa festa de aniversário de amigos vendi porta-moedas, clutches, carteiras para óculos, carteiras para cartões e umas sacolas de menina. Ah! E ainda recebi encomendas para mais :))

Ora espreitem algumas imagens da minha banquinha:

Como era o WWKNIPD (Dia Mundial de tricotar em público), fui munida com agulhas e lã para me entreter nos tempos mortos! Ahahah!!!

WIP = Em trabalhos me meto!

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A preparação para a Xª Festa no Solar dos Zagallos começou há muitos dias…

Não tenho um atelier, nem um espaço da casa que seja exclusivo para as minhas costuras, por isso a desarrumação e arrumação dos tecidos é uma constante cada vez que quero fazer algo.

Do meu “saco mágico” (que já foi organizado vezes sem fim, ora por cores, ora por tamanhos) saiu o Desfile dos Tecidos… Era vê-los a espreitar, como dizia aquele personagem do Nuno Lopes, o Chato – vocês querem é aparecer!

A escolha já se torna difícil, porque em meia dúzia de meses de dedicação afincada aos lavores femininos, tenho quase 70 tecidos!!!

Passei 2 noites e um feriado inteiro a cortar tecidos exteriores, tecidos interiores, entretelas, viezeline….

Ocupava a mesa de jantar e ai de quem me quisesse tirar dali, quase que rosnava, como os cães do meu Pai, quando alguém se aproxima do prato das refeições… grrrr!


Depois de ter feito desaparecer quase todo o lixo que estes trabalhos causam (não digam a ninguém, mas ainda há linhas no chão, por baixo da mesa de jantar!), tenho as minhas peças todas cortadas!

E as peças finais vão começar a aparecer, vou mostrar aos poucos durante esta semana, para vos criar a tal vontade de ir à Festa, nem que seja só para espreitar 🙂 e trocar dois dedos de conversa comigo. Combinado?

Bolsa de cosmética com uma aplicação em renda preta, para realçar a sensualidade feminina.

O que vão fazer no próximo Sábado?

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Se ainda não têm programa, venham à Sobreda da Caparica, à Xª Festa no Solar.

A festa é anual e tem como tema o Quotidiano do Séc. XIX.
Vai ter música da Orquestra Metropolitana de Lisboa, ateliers com vários materiais: barro, cerâmica, papel, contos de fadas, artes e ofícios (arte vidreira e bordadeiras), jogos tradicionais e venda de artesanato.
Adivinhem quem vai vender?
Eu vou!
Começa às 10h e acaba às 18h.
O caminho é muito fácil – seguir na via rápida da Caparica, sair na Sobreda (saída 2A), na rotunda seguir pela indicação do Solar dos Zagallos, no cruzamento virar à direita e é logo após os semáforos, do lado direito da estrada.
Espero pela vossa visita!

Feira em Vale Figueira

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Foi um Domingo com sol, muito sol, tanto que hoje tenho um nariz à Batatoon!
E foi uma experiência engraçada, esta a de ser feirante por um dia!

Treinos em casa

Fui a primeira a chegar, bem pela fresquinha porque a hora tinha mudado – às 8h30 (antigas 7h30) já eu lá estava, no Parque de Vale Figueira, prontinha para entrar em acção! Na mala do carro levava uma cadeira e uma mesa pequena de campismo que tinha comprado, de propósito para este evento. O stock de carteiras cabia todo numa pequena pasta A3 de desenho, de lombada média (como já perceberam não eram mais que dúzia e meia de carteiras, dos mais variados feitios e tecidos – sim, porque pouca coisa, mas muita variedade, porque o cliente é exigente e gosta de escolher à sua vontade), era muito fácil de transportar e um saco com mantimentos e o material necessário para embrulhos de oferta, personalizados, claro!

Cumprimentei a organizadora, que logo na primeira impressão senti tratar-se de uma pessoa encantadora, impressão que se confirmou ao longo do dia – incansável, sempre pronta a fazer-me sentir em casa. (Julgo que vai nascer mais uma amizade!)

E ausentei-me por 10 minutinhos, o suficiente para ir beber um café, que não dispenso.

Quando volto, nem queria acreditar, as minhas colegas de feira, ilustres desconhecidas para mim até então, começavam a chegar. Já lá estavam 3 ou 4 mesas a ocupar o lugar escolhido. E a descarregar a mercadoria… quilos e quilos de mercadoria!!! Eu só via passar malas de viagem, caixas e caixotes, cheias e cheias de colares, brincos, pregadeiras, almofadas, ganchos, toalhas, frascos, enfim… um sem número de coisas que eu fiquei abismada!

Claro que já fui a muitas feiras destas, mas como consumidora! Nunca tinha observado tais preparativos – agora sai um pano longo para tapar as pernas da mesa, depois sai uma caixinha de alfinetes para prender o dito, agora um expositor só para brincos, e uma caixa de ovos pintada de rosa e purpurinas, especialmente concebida para alojar os anéis de uma colega simpática.

Eu despachei-me em 10 minutos, tirei as minhas fotografias e sentei-me, a observar estas andanças e à espera da minha amiga que ainda estava no horário de Inverno.

Os marcadores e os brincos foram feitos pela minha filha I.

Foi muito engraçado, a companhia era agradável, as miúdas e o PP apareceram à tarde para aproveitar o bom tempo e brincar um pouco no Parque Infantil.

E as vendas?, perguntam-me.
Aconteceram, sim… mas aos amigos e família que me foram visitar.
😉

E surgiu um convite para uma outra que ainda vos hei-de contar…

O que vão fazer este fim de semana?

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Ainda é cedo para falar do fim de semana?

Não concordo nada. Este fim de semana nunca mais chega! Estou pior que os miúdos em véspera de aniversários!!! Mas já conto, já conto!

Um dos motivos para começarem já a pensar no fim-de-semana é que, no Sábado, a Dina vai realizar um workshop de iniciação à costura com máquina.
Será certamente muito agradável e útil para quem tem máquina de costura em casa e nunca lhe dá uso, por não possuir conhecimentos suficientes para tal.

Se eu não tivesse começado a utilizar a minha, motivada pelo workshop dado pela Dina e ainda por outro dado pela Sara, ambos na Maçã Riscada, não iria perder esta oportunidade. Garanto!

Mas o que me está a deixar ansiosa com a chegada do fim de semana, é uma feira!
Uma feira?!, perguntam vocês, seguramente admirados. Isso lá é caso para ficar ansiosa?!
Claro que é!, respondo eu, armada em valente.

Eu vou participar numa Feira, numa Feira de Artesanato! Nesta aqui! A sério!!!

E como é a primeira vez, estou ansiosa, a little bit afraid (nem quero dizer em português para não me ouvir), mas muito atarefada, muitos tecidos cortados, muitas ideias a fervilhar e o tempo a voar. Por isso, vim só cá deixar esta notícia para vocês se irem preparando.

Agora já sabem – no Sábado arejam as camas, penduram os tapetes nas janelas para apanharem solinho, fazem os avios para a semana, quem não sabe, ou já se esqueceu, vai aprender a dar uso à máquina com a Dina, e no Domingo vão passear até aqui.